Site de informação, divulgação e de orientação sobre problemas
do ser humano de origem emocional, respaldado em pesquisas
científicas. As informações contidas nesse site têm caráter
educativo e informativo e não descartam, em hipótese alguma, as
consultas com um psicólogo ou um médico. Todo o conteúdo desse
site está registrado e protegido pela lei de direitos
autorais. A cópia sem autorização é crime sujeito às penas da
lei: não seja o próximo a ser processado judicialmente!Olga Tessari não
tem equipe, trabalha sozinha! Seus sites: www.ajudaemocional.comwww.ajudaemocional.netwww.olgatessari.com.brwww.olgatessari.comhttp://ajudaemocional.tripod.com
*o texto está registrado de acordo com a Lei
de Direitos Autorais
Publicada no site do Padre Marcelo
por Rodrigo Herrero
* Veja indicação de leitura de outros textos
no final da página *
As drogas têm
se colocado como um verdadeiro pesadelo na
vida de crianças e adolescentes que procuram
aprimorar seus conhecimentos nas escolas, ou
mesmo buscar um lazer e amizades. A
comercialização e o consumo de drogas nas
regiões próximas às instituições de ensino
prejudicam o desenvolvimento dos jovens.
Drogas
interferem nos adolescentes
De acordo com
a Pesquisa sobre Drogas e Juventudes, da
Organização das Nações Unidas para a
Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco),
divulgada em 2002 através do livro Drogas
nas Escolas, o consumo de bebidas alcoólicas
vence qualquer outro tipo de droga, seja ela
lícita (legalizada) ou ilícita (ilegal).
A pesquisa
realizada em 14 capitais brasileiras,
entrevistou 50 mil alunos, 3.100 membros do
corpo técnico-pedagógico (professores,
diretores) e 10 mil pais, e aponta que cerca
de 10% (438.899 alunos) dos alunos declaram
beber regularmente. Já a proporção dos que
fumam todos os dias é de 3,0%, ou 143.114
alunos.
No entanto,
numa espécie de contra-senso, a pesquisa
aponta que 85,8% dos estudantes consideram,
em primeiro lugar, o uso de drogas como um
problema, um perigo, uma ameaça. Em segundo
lugar, como uma doença (11,3%) e, por
último, como algo normal (2,9%). Ou seja,
apesar do consumo regular de bebidas
alcoólicas e do uso do fumo, a droga é vista
como algo negativo. “Isso porque, os pais e
jovens identificam mais facilmente as
ilícitas como drogas. Já as lícitas eles
sabem que são drogas, mas não entendem muito
bem”, diz uma das autoras da pesquisa,
Lorena Bernardete da Silva, 50.
Para o
sociólogo e psicólogo educacional, Antônio
Carlos Egypto, 58, o álcool é a droga que
mais causa estragos e, apesar disso, as
pessoas costumam estimular seu consumo. “A
propaganda de cerveja, por exemplo, é
vergonhosa. Tudo é festa, então ‘vamos
brindar’. O álcool é visto como uma coisa
charmosa, mas se a pessoa se torna
alcoólatra é desprezada pela sociedade”,
critica.
Entre os
fatores destacados pela pesquisadora Lorena
como causas no consumo de drogas estão a
influência dos amigos e a necessidade
própria do jovem de transgredir barreiras e
ordens. “Por outro lado, a família incentiva
o consumo do álcool em casa porque acredita
ser melhor deixá-lo beber em sua presença,
por crer controlar a quantidade e evitar o
consumo na rua”, atesta.
Egypto lembra que a lei brasileira permite o
consumo de álcool apenas a pessoas com idade
acima de 18 anos, mas que isso não é
respeitado. “Qualquer festa de 15, 16 anos,
só tem graça se tiver bebida alcoólica. A
bebida é um fator de integração muito
forte”, considera. Uma situação que facilita
é a proximidade de bares às escolas. A
pesquisa aponta que nos arredores das
escolas, mais precisamente em bares e
botequins, é verificada a presença do
tráfico de drogas.
Bares
próximos facilitam consumo de álcool
Dos alunos
entrevistados, 23,1% responderam ter
presenciado o uso de drogas na escola,
enquanto que entre os membros do corpo
técnico-pedagógico o total alcançou apenas
10,8%. Se para as pessoas que convivem na
sala de aula com os alunos o conhecimento
anda difícil, o que dizer dos pais que
costumam permanecer ainda mais ausentes da
escola e das atividades diárias dos filhos,
por causa do trabalho. Por isso mesmo,
somente 3,4% afirmaram neste questionamento.
Segundo a
psicóloga e psicoterapeuta Olga Tessari,
existem diversos motivos que podem levar um
jovem a consumir drogas. “É típico do jovem
querer experimentar tudo o que é novo,
diferente e é muito comum que ele tente
provar algum tipo de droga, nem que seja por
uma única vez, somente por curiosidade”,
afirma.
Mas ela
ressalta que essa situação é diferente da de
um usuário que, para, ela, consome drogas
pelo que ela chama de “fatores básicos”,
como carência ou excesso de afeto, ou não
saber lidar com os limites impostos pela
sociedade por não ter aprendido isso em
casa. “O viciado busca um refúgio na droga,
algo que o deixe ‘fora da realidade’,
justamente porque a sua realidade é ruim,
sofrida, porque ele não sabe como lidar com
ela”, acrescenta Tessari.
................
As drogas fazem
parte do cotidiano das pessoas, apesar de
ninguém admitir. O que poucos percebem é que
diversos produtos consumidos com certa
freqüência também são drogas. Apesar de
terem um grau inferior de influência no
organismo, eles podem agir de forma maléfica
da mesma maneira que outras drogas, pois,
tudo depende da quantidade consumida, seja
no cafezinho ou mesmo em calmantes para
dormir.
Jovens na
escola: perigo pode estar por perto
É o que
afirma o sociólogo e psicólogo educacional,
Antônio Carlos Egypto, 58, ao colocar que as
drogas não estão apenas no álcool, no
cigarro, na maconha ou na cocaína, mas
também nos calmantes, nas anfetaminas para
tratamento e, até mesmo na cafeína. Ele quer
dizer com isso que todas as pessoas consomem
drogas, sendo cada uma de forma diferente
uma da outra.
“As pessoas
usam diferentes drogas por situações
distintas. Por exemplo, alguns jovens tomam
ecstasy para dançar a noite toda, ou aquelas
pessoas que tomam remédio para ficar
acordado a noite toda no computador”, conta
Egypto.
As drogas são
classificadas de três formas: estimulantes,
depressores e perturbadores. Os primeiros
aceleram o funcionamento do cérebro, como no
caso das anfetaminas, da cocaína e da
cafeína. Os depressores diminuem a
velocidade de funcionamento do cérebro e
estão presentes no álcool, barbitúricos,
solventes. Já os perturbadores são aqueles
que alteram o funcionamento do cérebro e são
encontrados nos alucinógenos primários (caso
do ecstasy) e nos secundários (caso da
mescalina).
A psicóloga e
psicoterapeuta Olga Tessari, diz que a
pessoa viciada na droga “não é doente no
sentido médico da palavra”, mas possui uma
dependência da droga, seja ela física ou
psicológica. “A pessoa faz uso da droga para
poder suportar a vida ou mesmo tentar viver
de bem consigo mesma. As drogas sempre
estiveram presentes no meio social, o que
acontece hoje em dia é que tem aumentado
drasticamente o número de pessoas drogadas”,
revela.
Solução
De acordo com uma das autoras da Pesquisa
sobre Drogas e Juventudes, da
Organização das Nações Unidas para a
Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco),
Lorena Bernardete da Silva, 50, a escola
possui um espaço importante para contribuir
na redução do consumo de drogas e da
violência entre os jovens. “É preciso ações
educativas para orientar jovens, pais e
professores. Existem hoje pessoas muito
pouco capacitadas. Os professores precisam
escutar mais os alunos e falar numa língua
que eles entendam”, acredita.
Jovens
precisam ser compreendidos
Ela cita o
programa da Unesco chamado Escola Aberta
que o Ministério da Educação encampou como
atividade, em que a escola abre durante os
finais de semana, com espaços para cultura e
lazer da comunidade. “O objetivo é fazer com
que as pessoas sintam que a escola pertence
a elas também. Porque as pessoas pensam que
a escola é do diretor”, diz.
Egypto
concorda que é necessário haver maior
discussão dentro das escolas a respeito do
tema. “Inclusive, eu escrevi o livro
Drogas e Prevenção: a cena e a reflexão
com Ana Lúcia Cavallieri (Saraiva, 2002)
para adolescentes e professores para
produzir reflexão dentro da sala de aula e
superar esse tabu. É preciso discutir de
forma aberta, sem fazer pregação moralista,
fazer a pessoa pensar no assunto faz ela
crescer”, acrescenta.
Já Tessari
considera que não basta apenas ouvir o que o
jovem necessita, e sim definir limites
claros para ele. “Afinal, viver em sociedade
é ter limites, é ouvir muitos ‘não’. E o
usuário de drogas, em geral, não sabe lidar
muito bem com limites. Penso também que tem
faltado muito o diálogo familiar, o caminho
para saber quais seriam as necessidades dos
jovens”, crê.
Para ela, a
pessoa precisa de apoio, carinho e
compreensão das pessoas próximas. Uma
conversa que evita a acusação e a crítica
pode ser um fator importante na busca pela
recuperação do dependente. “A pior coisa do
mundo é criticar, condenar e julgar o jovem
que faz uso da droga”, justifica.
Dra Olga Inês Tessari
Autora dos livros:
"Dirija sua vida sem medo" e
"Amor X Dor"
- Escritora -
Pesquisadora - Palestrante -
Supervisora - Mediadora de
Conflitos - -
Desenvolve e ministra cursos,
palestras, workshops: projetos
específicos para empresas e
grupos - -
Consultora Comportamental em
temas da Psicologia para a mídia
em geral -
- Especialização em Psicologia
das Emergências e Desastres -
-
Professional & Life Coach
-
Psicóloga
e Psicoterapeuta desde
1984 (CRP06/19571), atua
nas áreas de ansiedade,
autoestima, medos,
timidez, pânico,
estresse, depressão,
insegurança; orientação
de pais; problemas
específicos da criança,
do adolescente, da
mulher, do homem, da
terceira idade, do casal
e da família; situações
de emergências e
desastres. Mediadora
de conflitos dos
problemas e dificuldades
nos relacionamentos em
geral (do casal, dos
pais com os filhos,
entre amigos, parentes,
vizinhos, colegas de
trabalho, etc), sempre
buscando a qualidade de
vida das pessoas.
Trabalha também com
equipe multidisciplinar
com os distúrbios da
alimentação (obesidade,
compulsão, bulimia,
anorexia). Atendimento e
aconselhamento de
adolescentes, adultos,
pais, casais, grupos e
famílias inteiras em seu
consultório, on line ou
em domicílio.
As informações contidas nesse site têm caráter educativo e
informativo e não descartam, em hipótese alguma, as consultas com um
psicólogo ou médico
Olga Inês Tessari
CRP06/19571
Consultório
Rua Costa Aguiar, 1810 - Ipiranga - São Paulo - SP -
Brasil
Tel: (11) 2605-6790 - Cel: (11) 99772-9692 Mapa
de localização
-
Formulário para contato Não tenho equipe:
trabalho sozinha!