• 28 fev 17

Adolescentes – Casar cedo

Adolescentes decidem encarar o desafio de viver a dois, casar e assumem o compromisso de forma precoce.

Por: Olga Tessari
  • Casar cedo: compromisso precoce

     

    Recém-saídas da adolescência, meninas decidem encarar o desafio de viver a dois, casar e assumem um compromisso precoce.

    Entrevista com © Dra Olga Inês Tessari

    Para especialistas, o ideal de amor romântico e a vontade de ser independentes estão entre as razões de contrariar a tendência atual, que é de postergar o casamento.

    Estudar, ter tempo para investir na carreira profissional, conseguir um bom emprego, sair da casa dos pais. Com tantas responsabilidades e novas prioridades da vida moderna, o que não faltam são motivos para adiar o casamento. Tanto que os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a média de idade dos noivos está subindo. Segundo o último levantamento, de 2008, de todas as uniões realizadas no país, em 42,47% dos cados a noiva tinha entre 15 e 24 anos – índice ligeiramente menor do que a média de 2006: 44,9%. Há quatro anos, a idade média do primeiro casamento era de 25,4 anos para as mulheres contra 28,3 anos para os homens. Em 2008, o índice subiu: 26 para elas e 29 para eles.

    Ainda assim, é muito expressivo o número de jovens que decidem trocar alianças. A Revista ouviu especialistas e garotas que descobriram, ainda muito jovens, as maravilhas – e as dificuldades – de serem casadas. O que justifica tanta pressa em experimentar o vestido de noiva, diante de tantas possibilidades da vida moderna, afinal?

     

    À moda antiga

    Ana Paula de Araújo Lima é tradicional, mesmo com apenas 25 anos. Aos 19, a estudante resolveu que era a hora de se casar, de véu e grinalda e com tudo mais a que tinha direito. A cerimônia foi em agosto de 2004. “No início, foi um choque”, relembra. O estranhamento não durou muito tempo, uma vez que as duas famílias já eram amigas antes mesmo de Ana Paula vir ao mundo. “Ele morava nos Estados Unidos e meus pais não me deixaram ir”, explica. “O que mais pesou para a gente se casar foi a vontade de morar junto.”

    Mas nem tudo são flores. No começo, pela pouca idade e ainda sem uma vida profissional estabelecida, as contas foram o principal obstáculo. “Hoje, eu faço estágio, mas estamos conseguindo administrar bem”, acredita Ana Paula. Já os cuidados com a casa não são um problema. Acostumada a ajudar os pais desde criança com os afazeres domésticos, a estudante tira de letra algumas atividades que seriam verdadeiros bichos de sete cabeças para outras jovens, como cozinhar. Outra vantagem de estar casada, para Ana Paula, é manter o foco. “Não queria ser sustentada pelos meus pais até os 30 anos. Amadureci, até profissionalmente, com o matrimônio.”

    E o casamento vai muito bem, obrigada. “As conquistas que você tem com o seu parceiro, a união, poder dividir os momentos felizes e tristes é a melhor parte”, acredita Ana Paula. Para ela, não há uma idade certa para encontrar um grande amor e fazer juras eternas. Mas, e as experiências da juventude? “Nunca gostei dessa história de ficar”, diz. “Acho que isso de não aproveitar a juventude é conversa. Faz diferença para quem não gosta de namorar, de ter um relacionamento fixo.”

     

    À prova do tempo

    Desenvolver a maturidade necessária para assumir a responsabilidade de conviver com outra pessoa – dividindo preocupações e problemas do dia a dia – é um desafio necessário para levar o relacionamento a um nível tão sério. Além de amor, a antropóloga Lia Zanotta Machado defende que tamanho comprometimento pode ter a ver com a conta bancária. “Vejo que, em classes populares, as meninas que se casam cedo são solicitadas a fazerem isso, como se os pais quisessem prevenir uma possível relação sexual que desse como resultado um filho”, alega a também professora da Universidade de Brasília (UnB).

    No caso de garotas da classe média, o caminho esperado é, geralmente, o oposto. Sem o entrave financeiro, elas teriam mais tempo para escolher o parceiro ideal – motivo que explicaria a longa duração de alguns namoros. Ainda assim, para a antropóloga, casamentos entre jovens não são tão imprevisíveis assim. Mesmo ainda não totalmente independentes financeiramente, a ajuda da família faz com que os casamentos feitos entre jovens de classes mais favorecidas economicamente baseiem-se, em grande parte, na busca pela autonomia pessoal e, claro, na ideia do amor romântico. “Esses jovens acreditam que encontraram o parceiro certo e não precisam esperar pela autonomia financeira”, completa.

    O tempo de duração dos relacionamentos antes do casamento também é uma diferença entre os matrimônios de jovens de diferentes classes sociais. Enquanto as classes C e D apostam no enlace logo no início do namoro, garotas das classes A e B preferem esperar um pouco mais. “Na classe média, as meninas podem ter uma relação autônoma de sexualidade muito cedo, sem precisar casar”, explica. “Elas se dão o direito de ter um maior tempo para decidir e aproveitar os tempos de solteira”, compara Lia Zanotta.

     

    Ainda um conto de fadas

    Na opinião da psicóloga e escritora Olga Tessari, ainda há mulheres que se casam cedo para escapar da pressão familiar ou para ter uma vida mais estável. Entretanto, desde pequenas, elas estão acostumadas a escutar histórias sobre príncipes em cavalos brancos, amores eternos e castelos luxuosos. Nos contos de fadas, o casamento aparece justamente como a garantia de viver o tão esperado final feliz.

    Para Olga Tessari, o principal motivo que leva moças com menos de 25 anos a jurar amor eterno ao parceiro seria, justamente, encarar o casamento como o ponto alto de todas as conquistas da vida. “Por incrível que pareça, boa parte das mulheres ainda acredita que a felicidade plena se consegue com o casamento. Infelizmente, elas ainda buscam viver em função do seu homem.” Inebriadas pelo chamado Complexo de Cinderela, moças que teriam outras formas de conseguir a tão almejada liberdade se rendem aos encantos do casamento idealizado. “Elas acabam desejando uma cerimônia com toda a pompa, justamente por considerar esse momento o ápice de sua felicidade”, explica a psicóloga.

    Além dos apelos das empresas casamenteiras, Olga Tessari destaca a educação recebida em casa e a cobrança social como fatores que influenciam a decisão de casar cedo. O que poderia ser considerado uma forma de nadar contra a corrente torna-se, então, um paradoxo. “Hoje, a sociedade aceita um pouco melhor a mulher independente e solitária, embora ainda cobre dela o seu papel de esposa e mãe.” Existiria, então, uma idade ideal para se casar? A resposta, como era de se esperar, é relativa. “O casamento deve ser cogitado depois que a jovem tenha vivido e tido várias experiências na vida”, arrisca Olga. Conhecer pessoas, viajar para lugares diferentes e manter os amigos próximos podem dar mais segurança antes de tomar uma decisão tão importante. “Jovens que se casam cedo deixam de viver muitas coisas e, mais cedo ou mais tarde, vão desejar resgatar essa fase não vivida.”

    Para a psicóloga clínica Kelly Gennari, os motivos para se casar ainda jovem não são os mesmos de gerações hoje mais maduras. Se, antes, as mulheres se casavam para constituir família, sair de casa ou escapar de dificuldades financeiras, hoje a motivação tornou-se mais fugaz. Com famílias mais rígidas que as atuais, Kelly destaca que a vontade de ter um pouco de privacidade também era um fator que justificava a união precoce nos tempos de nossos avós. Hoje, os casais não sofrem mais por conta disso. Contudo, tanta intimidade pode ser justamente a responsável pela dor de cabeça de muitos jovens pombinhos. Antes de encarar uma vida a dois, o melhor caminho para evitar futuras frustrações, segundo Kelly, é definir as prioridades da vida. “A garota precisa se perguntar o que quer com o casamento, como se imagina no futuro e o que precisa fazer para conseguir tudo isso.”

     

    Segunda chance

    Quando se casou pela primeira vez, em 2001, Mariane Santos de Morais tinha 18 anos. “Foi por impulso, por uma expectativa falsa de independência”, admite. Apaixonada, mas ainda sem experiência para lidar com a parte prática do casamento – como o que incluir na lista de compras ou planejar o que será servido no almoço do dia seguinte -, a união durou apenas um ano. “Na casa da sua mãe, você usa uma roupa, coloca no cesto de roupa suja e ela volta para o armário”, exemplifica. “Você não precisa acompanhar todo o processo.”

    Nove anos depois, a fisioterapeuta acredita que, além da imaturidade, a inflexibilidade do casal foi um fator importante para que o casamento chegasse ao fim. “Em uma relação a dois é preciso ceder muito”, reconhece. Mesmo assim, a experiência serviu como lição: abrir mão de pequenos prazeres momentâneos, como festas ou encontros com amigos, pode ser uma boa estratégia para evitar desgastes futuros.

    E a lição não ficou apenas na teoria. Casada pela segunda vez há dois anos, Mariane está mais madura – por isso, não tem dúvidas de que, desta vez, a união será para sempre. “É a mulher que segura o casamento”, justifica. A rotina, agora, é diferente. Com uma filha de três meses, toda a dinâmica do casal passou por adaptações. “O tempo de uma criança é muito diferente do tempo do adulto”, resume Mariane. Ainda que não tenha conseguido garantir o tão esperado final feliz na primeira tentativa, a fisioterapeuta não deixou de acreditar no casamento. “A vida a dois é muito gostosa”, derrete-se.

     

    O preço da independência

    Para Fernanda, o sonho durou cinco anos, mas a experiência é válida para toda a vida. Em dezembro de 2004, Fernanda da Silva Dias iniciou um casamento que duraria cinco anos. Na época, a hoje técnica em enfermagem tinha 18 anos e o ex-marido, 23. “Casei só no civil, mas entrei com a papelada aos 17, com autorização dos meus pais”, detalha. A decisão de trocar alianças foi por amor. Hoje, porém, aos 23 anos, Fernanda analisa e encontra outros motivos para a união. “Eu tinha certeza que queria casar porque gostava dele”, reforça. “Mas depois, com o tempo, você amadurece e percebe que é diferente, que mesmo tendo sentimento e vontade, há outros motivos por trás.”

    Mesmo ainda tão jovem, Fernanda não encontrou resistência por parte dos parentes. Na verdade, a própria família foi um dos motivos que a impulsionaram a sair de casa e a constituir a sua própria. “O casamento foi uma maneira de fugir da vida que eu tinha”, confessa. Assim como muitas garotas de sua idade, Fernanda queria mais independência. Mas ela deixa claro: se sentia presa, mas não queria ser livre apenas para se divertir ou namorar. “Eu queria estudar, ter uma carreira”, explica. “Quem me criava não me dava essas oportunidades.”

    Com o casamento, a tão sonhada oportunidade apareceu, em forma de apoio do então companheiro. Dividir os gastos da casa por dois também ajudou. Com marido e mulher empregados, a vida profissional de ambos progrediu – sucesso que seria mais complicado atingir, caso algum dos dois optasse pelo voo solo. “Eu o ajudei a conseguir o que queria, que era crescer profissionalmente, e ele me ajudou a pagar meu curso”, completa Fernanda.

    Contudo, com o tempo, o companheirismo se transformou em cobrança e em uma nova prisão. “Um relacionamento tem que ser uma via de mão dupla. No nosso, só os desejos dele valiam, eu não vivia a minha vida”, conta. O casal se distanciou, as brigas tomaram conta da rotina e Fernanda procurou ajuda na terapia para tentar entender o que teria causado tamanho desentendimento entre os dois. “Eu estava casada, mas vivia sozinha”, desabafa. O casamento já havia acabado, mas, só no início deste ano, saiu o divórcio.

    O casamento acabou, mas a experiência de vida ficou marcada para sempre. Mesmo com tantos conflitos, será que valeu a pena? “Quando as duas pessoas se dão bem, é muito bom ter alguém para poder contar quando você precisa”, diz Fernanda. Ainda assim, ela é categórica: não quer mais saber de casamento tão cedo. “A palavra casamento pesa muito. Você pode até estar morando com uma pessoa há um tempo, mas, quando casa, parece que você está com ela por obrigação.”

     

    Planejar é preciso

    Amor eterno, fidelidade e compromisso. Com tantos sentimentos diferentes envolvidos, pensar em traçar metas para o casamento pode parecer contraditório e até desnecessário. Especialista em direitos de família, a advogada Nelma Lúcia Moura alerta que manter os pés no chão é essencial para garantir o sucesso de uma união, em qualquer idade. Para ela, algumas características dos casais mais jovens, como impulsividade e imaturidade, podem ser as responsáveis pelo grande número de divórcios. “A instituição do casamento não está sendo levada a sério.”

    De cada 10 pedidos de divórcio que recebe, Nelma calcula que quatro envolvem casais em que os noivos têm menos de 25 anos. Mas isso é suficiente para afirmar que a pouca idade é fator determinante para o insucesso? A resposta vai depender de como cada um encara o desafio. O segredo para um casamento feliz, na visão da advogada, é unir raízes familiares bem estruturadas. “Se os dois vêm de famílias seguras, vão querer preservar essa segurança no casamento deles.”

    Também especializada em direito de família, a advogada Regina Teixeira Bonotto defende outro ponto de vista. Para ela, o maior número de divórcios envolve pessoas com mais de 20 anos de relacionamento. Enquanto casais antigos dissolvem a união para recuperar o tempo perdido, o casamento entre os mais novos acaba, muitas vezes, pela inabilidade de lidar com tantas mudanças – especialmente quando envolve cuidar de uma criança. “O homem demora a cair em si sobre as responsabilidades.” Inseguras, despreparadas e sem poder contar com a parceria do marido, as jovens sentem-se acuadas – e pedem o divórcio. “Dificilmente, os homens pedem a separação”, diz Regina. A relutância masculina, segundo ela, resume-se a uma palavra: acomodação.

     

    Mudança radical

    Para muita gente, completar 18 anos é sinônimo de liberdade. É quando (ao menos, em tese) o quase ex-adolescente acredita que pode fazer o que quiser, quando e onde quiser. A fase também foi, literalmente, marcada por reviravoltas para a estudante Andressa Coelho Del Bosco, hoje com 22 anos. “Já que eu estava grávida, resolvi me casar”, conta. Depois de dois meses, a casa ficou pronta. Mais alguns meses, o filho nasceu. “A vida mudou muito rápido, de uma hora para outra”, descreve. “É preciso ter paciência.”

    Mas, apesar da reviravolta, a experiência deu certo. Atualmente, o filho tem a mesma idade do casamento: três anos, e se desenvolve como ele. “Quando eu me casei, as duas famílias nos ajudaram muito financeiramente, na construção da casa”, conta. “Se não fossem eles, hoje não teríamos nada.” Hoje, a renda da família vem de uma parceria com uma empresa de festas infantis. O negócio pertence à avó do marido – que cuida do cardápio das festas. “Nós entramos com o aluguel dos brinquedos”, completa Andressa.

    O dinheiro para a compra da cama-elástica, do pula-pula e do futebol de sabão, alugados para eventos infantis, veio da venda de um ônibus, que pertencia ao marido de Andressa. O trabalho ocupa muito tempo, mas nem assim ela parou de estudar. “Me formo este ano em nutrição”, diz, orgulhosa. Além do trabalho, o casal enfrenta as dificuldades inerentes a qualquer relacionamento. “É complicado conviver com outra pessoa na mesma casa. São valores e criações diferentes”, analisa. “A gente teve que aprender a se respeitar.”

    Para ela, a idade dos noivos na hora do “sim” é um mero detalhe. O que importa mesmo é ter coragem para apostar em uma relação de corpo e alma, já que os desafios serão muitos. Prestar atenção ao parceiro e a detalhes que, muitas vezes, passam despercebidos por solteiros – como a falta de detergente na pia ou se as contas estão em dia – são essenciais para que a vida a dois tenha a harmonia necessária. “Vale a pena tentar, mas tem que ir com vontade de fazer dar certo”, reforça Adriana. “Se houver amor e carinho, o resto é só correr atrás e conseguir.”

     

    Dois em um

    Quando Julianna de França Câmara, 26 anos, resolveu se casar, estava grávida – e deu a notícia para os pais de uma só vez. “Quis casar porque meu pai nunca iria aceitar se não fosse assim”, conta a auxiliar administrativa. Na ocasião, a caçula da família tinha 18 anos e o noivo, 22. O casamento já estava nos planos, mas a antecipação não causou a reação esperada no pai, que amoleceu o coração. “Ele disse que eu não precisaria casar se não quisesse, mas eu quis mesmo assim”, conta.

    Ao contrário do que seria esperado, não foi o pai dela quem dificultou o começo do casamento. “A mãe dele era muito ciumenta”, entrega Julianna. Os ciúmes da sogra e as dificuldades da fase de adaptação da nova vida faziam com que o casal brigasse cada vez mais. “Quase nos separamos.” O tempo ajeitou as coisas, e nora e sogra passaram a viver bem. “Hoje, ela respeita o nosso espaço.”

    O casamento precoce não impede que o casal aproveite a vida. “Saímos com nossos amigos, vamos para todos os lugares que outros jovens vão.” Os amigos, aliás, não foram grandes incentivadores da união. “Teve até aposta para saber quanto tempo iria durar”, diverte-se. O casamento completou oito anos em julho.

    O filho cresceu e a rotina se estabilizou. Além da maturidade, a união trouxe tranquilidade emocional – especialmente para ela. “Ele já era uma pessoa madura, mas eu era filhinha de papai”, brinca Julianna. Porém a decisão também teve alguns lados negativos. “Não me formei. Por causa da rotina e dos cuidados com meu filho, acabei me acomodando.” Mas isso não é um motivo para lamentações. “Não me casei para me separar e não me arrependo.”

     

    Estrelas apressadas

    Casar-se cedo não é uma exclusividade dos meros mortais. Veja alguns famosos que também resolveram não perder tempo antes de trocar as alianças.

    Stephany Brito e Pato – A atriz e o jogador de futebol casaram-se em 2009. Na época, Stephany tinha 22 anos, enquanto Pato estava com 19. O casal se divorciou após nove meses de casamento.

    Sandy e Lucas Lima – Em uma cerimônia veiculada em rede nacional, Sandy e Lucas Lima trocaram alianças em 2008. Na ocasião, a cantora estava com 25 anos e o músico, com 26.

    Drew Barrymore e Jeremy Thomas – Considerado um dos casamentos mais rápidos do mundo artístico, a união da atriz hollywoodiana Drew Barrymore com Jeremy Thomas durou apenas 29 dias. O matrimônio relâmpago aconteceu em 1994, quando Drew tinha apenas 19 anos.

    Reese Witherspoon e Ryan Philippe – Após sete anos de casamento e dois filhos, os queridinhos de Hollywood Reese Witherspoon e Ryan Philippe separaram-se em 2006. Quando se casaram, ela estava com 23 anos e ele, com 25.

    Macaulay Culkin e Rachel Miner – Em 1998, quando estavam com 18 anos, Macaulay Culkin e Rachel Miner subiram ao altar. Dois anos depois, porém, o eterno garoto-prodígio separou-se da mulher. Os dois se conheceram em 1997, na Escola de Crianças Profissionais, em Nova York.

     

    Matéria publicada no Correio Braziliense em 15/08/2010