• 02 fev 17

De onde vem o medo?

O medo tem seu lado positivo e negativo. Entenda e pare de sofrer com ele!

Por: Olga Tessari
  • De onde vem o medo?

     

     Consultoria com © Dra Olga Inês Tessari

     

    De onde vem o medo? Quem nunca teve medo, que atire a primeira pedra.

    O ser humano é rico em sensações, ruins, boas. Tudo se é permitido, quando se pode sentir. Mas de onde vem aquele frio na barriga, que muitas vezes enfrentado, trás conseqüências boas, e que para alguns o excesso se transforma em pânico, acabando por caracterizar uma situação ruim?

    Somos racionais, mas não podemos esquecer que como todos os animais temos instintos, e o medo é a resposta ao instinto de perigo, instinto esse que só passa até que se prove o contrário.

    Em entrevista à jornalista Simone de Oliveira, a psicoterapeuta Olga Inês Tessari conta que ele é um fator de proteção contra os perigos e adversidades que as pessoas adquirem ao longo da vida.

    Ter medo, segundo ela, é mais normal do que se pensa, mas a partir do momento que ele começa a tomar conta da vida da pessoa a ponto que ela sinta medo, até de sair de casa, é sinal que algo está errado e aí é preciso procurar um profissional. Segundo Olga, o medo tem seu lado positivo e negativo. O positivo é quando ele serve de defesa para qualquer pessoa, mas se torna negativo quando escraviza quem o sente.

    O medo pode ocasionar: descarga de adrenalina, aceleração cardíaca e tremor. Pode provocar atenção exagerada a tudo que ocorre ao redor, depressão, pânico, etc…

    A partir de quando passamos a ter medo?

    Segundo Olga Tessari, só há dois medos que nascem com gente, o medo do barulho e o medo de cair. Os outros são adquiridos. A partir de que momento? A partir do momento que é apresentada está palavra para nós. Quem não se lembra de algum fato quando criança, onde a mãe, ou o pai falaram, “não faça isso senão o bicho papão vai te pegar”. A criança não tem medo. Ela só passa a tê-lo quando um adulto coloca em sua cabeça a palavra medo, associada a algo ruim.

    O medo passa a caracterizar limites, indiretamente ligado a proteção.

     

    Matéria publicada no Blog Patriótica