• 16 jan 17

Viver bem na maturidade

É nessa época que muita gente redescobre as coisas boas da vida!

Por: Olga Tessari
  • Viver bem na maturidade

     

    Viver bem na maturidade é possível?

    Entrevista com Dra Olga Tessari

     

    Vivendo a vida na maturidade

    “Se você acha que está velho demais para fazer o que gosta, esqueça. É nessa época que muita gente redescobre as coisas boas da vida”

    A aposentadoria já chegou, os filhos se encaminharam na vida, mas ao contrário do que muitos idosos pensam, ainda há muito a fazer. Chegou a hora de aprender, colecionar coisas interessantes ou até dar uma de artista, o importante é fazer o que se gosta para ocupar a mente e se sentir bem.

    Mas nem todo mundo pensa assim. Muitas pessoas, quando chegam na terceira idade se sentem perdidas e até inúteis, porque acreditam que já cumpriram as suas obrigações e não há mais nada a fazer. “A mulher não precisa mais cuidar dos filhos, o homem não é mais o responsável pelo sustento da família. As pessoas passam a vida em função de um determinado objetivo e, quando ele é alcançado, elas passam a acreditar que não são mais produtivas, afirma a psicóloga Olga Inês Tessari, especialista em terceira idade.

    É muito comum o idoso perder a agilidade nos movimentos e a clareza do raciocínio. “Como a família tem suas próprias obrigações, ela passa a não dar mais ao idoso a mesma atenção que dava antes. É quando ele começa a perceber que está num plano secundário”, diz Olga. Ela alerta ainda que esse sentimento muitas vezes causa depressão pois algumas pessoas não aceitam muito bem o processo de envelhecimento.

    O lazer, a distração, o bem estar são fundamentais para todos, independentemente da 3ª idade. Mas no caso do idoso, ter um hobby, participar de passeios, reuniões culturais, manter contato com pessoas de sua faixa etária é extremamente importante, pois ajuda a elevar a sua auto estima e fazer com que ele se sinta integrado.

     

    ELEVE A SUA AUTOESTIMA

    Segundo a psicóloga e pesquisadora Olga Inês Tessari, o fundamental é soltar as amarras que prendem sua autoestima pois a baixa auto estima gera ansiedade, medo, depressão, fobias e uma série de outros problemas. A mulher que tem uma boa auto estima lida de forma mais adequada com suas tarefas do dia a dia: cuida melhor do lar, do marido, dos filhos e, principalmente dela mesma. Ela aprende a falar não, porque tem mulher que quer fazer tudo por todo mundo e esquece de si e isso não é bom, pois ela acaba fazendo coisas que não lhe agradam. Para ser feliz é necessário que a auto estima esteja num bom nível.

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    Publicado no site da UNIFESP