Amor ao próximo

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Amor ao próximo

Amar acima de todas as coisas!

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Entrevista com Olga Tessari

Amor ao próximo

O sentimento de amor ao próximo, propagado no evangelho, deve ser cultivado todos os dias pelas pessoas.

“Ainda que eu falasse a língua dos homens e falasse a língua dos anjos, sem amor, eu nada seria”.

O trecho da canção “Monte Castelo”, feita pelo cantor Renato Russo (1960-1996), da famosa banda de rock brasileiro Legião Urbana, tirado a partir da primeira carta do apóstolo Paulo aos Coríntios, dá bem a medida da importância que o amor tem, tanto na vida do músico, como na vida do santo, algo maior do que tudo que podemos ser neste mundo.

“Poderia ter o dom de anunciar mensagens de Deus, ter todo o conhecimento, entender todos os segredos e ter tanta fé, que até poderia tirar as montanhas do seu lugar, mas, se não tivesse amor, eu não seria nada. Poderia dar tudo o que tenho e até mesmo entregar o meu corpo para ser queimado, mas, se eu não tivesse amor, isso não me adiantaria nada”, sentencia o segundo e terceiro versículos do capítulo 13 da mensagem que Paulo deixou aos cidadãos de Corinto, segundo tradução livre da Bíblia feita pela editora Paulinas.

O amor aqui tratado não se refere apenas ao amor de um homem para uma mulher, de filho para os pais, de família. O conceito é expandido para o amor fraterno que une todas as pessoas para o bem da humanidade.

O que é amar?

Então, cabe agora uma pergunta, para você, o que é amar?

“Amar para mim é o mesmo que aprendo com a religião: ‘Amar é doar a si mesmo, mesmo que a doação seja imerecida’”, diz a assistente administrativo Paula Barbosa Melo, de 24 anos.

“Eu creio que o amor é ágape, aquele amor fraterno e incondicional, que faz com que ajudemos ao próximo e percebamos que não seríamos nada se não existissem as outras pessoas”, opina a administradora de empresas Marcia Parra, de 30 anos.

“Amar é se entregar e fazer de tudo para o bem estar de todos, sem distinção de nenhum tipo. Amar é ser simples e ensinar o que é amar, o que é a simplicidade, o dividir, compartilhar. Quando dividimos o pão estamos amando, quando estendemos a mão estamos amando, basta que seja sincero, mesmo que dure um segundo, mas que passe uma mensagem, que dê o exemplo e assim continuamos nossa caminhada, sozinhos ou acompanhados, mas amando”, acrescenta o analista de sistemas Sidnei Inácio da Silva, de 29 anos.

“O amor é o desejo de ver o outro feliz, é sentir prazer e gostar de estar junto com alguém e, na impossibilidade de estar com esta pessoa, gostar de vê-la feliz aonde quer que ela esteja, colaborando para a felicidade dela”, disse Olga Tessari, psicóloga.

“Como exemplo, cito o amor puro de uma mãe que se alegra em ver o filho feliz e que age no sentido de ajudá-lo, de colaborar para que ele seja feliz”, exemplifica a psicóloga Olga Tessari.

Olga Tessari estabelece uma diferenciação entre amor e outros sentimentos que as pessoas costumam confundir:

“Amor é respeito, tolerância, aceitação, algo bem diferente do conceito equivocado que as pessoas tem acerca do que é amar: é comum as pessoas confundirem amor com posse, com egoísmo, em querer ter e manter a pessoa amada somente para si mesmo sob o seu domínio, freando os desejos dela, impedindo-a de ser ela mesma”.

Olga Tessari relaciona o que consta no evangelho sobre a importância do amor acima de todas as coisas e para todas as pessoas, inclusive o inimigo.

“É fundamental o amor para que a humanidade exista, senão não conseguiríamos viver em sociedade, seria algo como cada um por si e danem-se todas as outras pessoas!”, disse Olga e continua:

“E, mesmo que o inimigo venha nos trazer sofrimento e dor, não podemos deixar de amá-lo. E sabe por que? Se você o tratar com amor e respeito, mais cedo ou mais tarde ele vai reconhecer o seu amor e deixar de ser o seu inimigo ou, pelo menos, parar de agir no sentido de prejudicá-lo”, conta Olga Tessari.

Mas, então, por que o amor é tão difícil de ser colocado em nossos corações e atitudes do cotidiano?

“Numa sociedade capitalista como a nossa, onde se valoriza o egoísmo e o consumismo, onde se vê o outro como inimigo, é cada vez mais difícil cultivar o amor entre as pessoas, embora seja possível reverter esta situação se cada um de nós praticar pelo menos um ato de amor ao próximo todos os dias”, acredita a psicóloga.

Pois “quem ama é paciente e bondoso. Quem ama não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso. Quem ama não é grosseiro nem egoísta; não fica irritado, nem guarda mágoas”, ensina Paulo nos versículos seis e sete do capítulo 13 da carta, que sintetiza pelo versículo 13 do capítulo 13 da carta: “Portanto, agora existem estas três coisas: a fé, a esperança e o amor. Porém a maior delas é o amor”.

Matéria publicada no site do Padre Marcelo por Rodrigo Herrero em 24/11/2007

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OLGA TESSARI, Psicóloga (CRP06/19571), formada pela Universidade de São Paulo (USP), pesquisa e atua com novas abordagens da Psicologia Clínica, em busca de resultados rápidos, efetivos e eficazes, voltados para uma vida plena e feliz. Ama o que faz e segue estudando muito, com várias especializações na área. Consultora empresarial, atua levando saúde emocional para as empresas. Atua em emergências e catástrofes. Escritora, autora de 2 livros e coautora de muitos outros. Realiza cursos, palestras e workshops pelo Brasil inteiro e segue atendendo em seu consultório ou online adolescentes, adultos, pais, casais, idosos e famílias inteiras que buscam, junto com ela, caminhos para serem felizes! Saiba mais…

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